Arquivos Comunicação - Agência Mosca
Sinergia entre cliente e agência = Sucesso no negócio!

Sinergia entre cliente e agência = Sucesso no negócio!

De origem grega – synergía – esta palavra tem um significado e enorme importância não só no contexto do marketing, da propaganda, mas de qualquer negócio e também no âmbito pessoal. A grosso modo, sinergia quer dizer cooperação, um trabalho ou esforço conjunto para realizar determinada tarefa, aquele momento em que o todo é maior que a soma das partes.

 

No que tange aos serviços de propaganda e marketing, a sinergia entre cliente e agência é uma condição sine qua non para o sucesso na realização dos serviços. Esta conexão começa no atendimento – momento em que são transmitidas as demandas – passa pelo planejamento – quando são traçadas as estratégias – até a execução – quando é colocado em prática tudo o que foi devidamente pensado previamente, visando o alcance de determinado resultado/objetivo.

 

Se uma informação não é transmitida com organização e clareza, isso certamente poderá abrir margem a um eventual engano ou erro de comunicação dentro da estratégia, prejudicando os esforços. Se não há um planejamento prévio do cliente, com uma visão clara dos objetivos, recursos que podem ser alocados e prazos, todo empenho da agência também pode ser em vão. 

 

Portanto, é preciso insistir, o sucesso de qualquer ação de propaganda e marketing passa necessariamente pela compreensão de que o trabalho é conjunto, ambas as partes devem estar devidamente engajadas no intento. Nem mesmo a melhor e mais experiente equipe será capaz de executar com perfeição um serviço de caráter publicitário sem um “problema” claramente exposto. 

 

A análise de cada caso requer o olhar atento de ambas as partes (cliente e agência) pois cada qual possui um amplo arcabouço de conhecimento: um acerca do negócio, outro, das técnicas e ferramentas de marketing. É na soma, no entendimento do contexto de cada situação, que surgem as soluções criativas, as ideias geniais, que normalmente, otimizam recursos, tempo e, consequentemente, trazem os melhores resultados.   

 

Quando falamos do relacionamento entre empresa e cliente em momentos de crise como o que vivemos em decorrência do novo coronavírus (covid-19), nossos principais canais de comunicação se tornam digitais, criando assim um contato mais ágil e de forma mais prática entre as partes envolvidas.

 

Não dá para negar que essa pandemia pegou todo mundo de surpresa. Quando falamos que é de suma importância esse contato, estamos querendo dizer que a sinergia entre o cliente e a empresa deve funcionar de forma eficiente para que consigam traçar novos planos e estratégias de trabalho para se re-adaptarem a esse “novo mercado”.

Copa de 70, isolamento social e as relações que construímos

Copa de 70, isolamento social e as relações que construímos

Desde criança ouço meu pai falar sobre o que, na opinião dele, foi a maior seleção brasileira de futebol de todos os tempos. Parece que estou ouvindo ele dizer: “nunca vai existir outro Pelé; você tinha quer ver ele jogando, aliás o time todo, aquela seleção tinha 5 camisas 10 em seus clubes (além do rei, Gerson, Rivelino, Jairzinho e Tostão). Devia ser até difícil pro Zagalo escalar”.

 

Meu pai sempre falava sobre o canhotinha de ouro, o furacão da copa, o rei do elástico… (os apelidos são os melhores!) e eu ficava imaginando as jogadas, feito ele ouvindo os jogos pelo rádio (sim, ele tinha 13 anos e não viu a Copa de 70, só ouviu).

 

Por causa da pandemia do coronavírus assisti aos jogos deste mundial (o @sportv transmitiu) e por causa dela não vi com meu pai. Não dá pra ganhar todas, não é mesmo? Mas tudo isso nos aproximou ainda mais, afinal, é possível estar junto sem estar perto e se a oportunidade de ver o “Brasil 70” jogar surgiu só agora é agora que vamos aproveitar como der e trocar ideias sobre as jogadas incríveis dos caras (mesmo que por telefone).

 

E o que isso deixa de lição para nós, empreendedores e clientes, em tempos sombrios de isolamento social? Na minha concepção é que agora é justamente o momento de estarmos mais juntos, pois assim a gente se fortalece/faz muitos “lances legais”. Devemos, porém, estar dispostos a cair algumas vezes, mas levantar muitas outras e, assim, ir tirando aquela ideia do papel, aquela oportunidade que surge em meio à mudança, aquele projeto que faz nosso coração bater mais forte.

 

Nós, moscas, estamos sempre em busca da melhor solução porque não nascemos pra perder. Quem tá no nosso time? Quem entra em campo com a gente pra jogar e fazer a diferença? Estamos prontos para dar o passe certo pros nossos clientes saírem na cara do gol. 

Os impactos sobre a publicidade são globais, mas a reação do mercado depende de cada empresa!

Os impactos sobre a publicidade são globais, mas a reação do mercado depende de cada empresa!

As publicações sobre marketing no mundo inteiro estão inundando as agências, veículos e anunciantes com pesquisas e análises sobre o que fazer nesta crise. Fica evidente que os impactos sobre a publicidade são globais, mas a reação adequada depende de cada mercado e empresa. Neste artigo, selecionamos os pontos mais interessantes.

 

Os melhores executivos de marketing irão incrementar, não cortar suas verbas

 

Mark Ritson escreveu um alentado artigo na Marketing Week sobre a postura dos executivos de marketing durante as crises, no qual comprova que os melhores, os vencedores, serão aqueles capazes de incrementar e não cortar suas verbas.

 

Ele inicia se referindo à tese defendida por Roland Vaile, em Harvard, sobre o comportamento de 250 empresas durante a crise pós I Guerra – de 1920 a 24. Dessas, as que não anunciavam foram usadas como base, as que cortaram verbas perderam vendas e as que anunciaram, aumentarem seus negócios em mais de 20% a partir do quarto ano.

 

Depois desse estudo e durante quase um século, dezenas de outros confirmaram suas pioneiras conclusões, como a feita por Alex Biel e Stephen King, junto a 390 empresas, sobre seu comportamento em períodos de recessão, no qual constataram que cortar verbas para assegurar lucro no curto prazo não se revelou uma decisão acertada, pois isso aumentou seu share em 0.2%, em média, contra um aumento de 0.5% de quem majorou a verba em menos de 20% e ganho de 0.9% em média para quem cresceu os investimentos em mais de 20%.

 

Outro trabalho citado é o do professor Gerry Tellis e seu filho Kethan que compararam 40 estudos do gênero feitos ao longo dos anos, todos eles concluindo o mau negócio que as empresas que cortaram suas verbas fizeram contra os ganhos em vendas e share que registraram as que mantiveram ou aumentaram seus investimentos.

 

O último estudo mencionado por Ritson é de Ranjay Gulati, Nitin Nohria e Franz Wohlgezogen, que analisaram 4.700 empresas, das quais apenas 9% saiu das crises melhores do que entraram, e que mencionam o caso da Target, que depois da crise de 2000 cortou seus custos e margens, mas aumentou suas verbas de marketing em 20%, tendo vivido, a partir daí, sua melhor década em mais de um século de existência. 

 

Clique aqui para ler o artigo na Marketing Week – 15 minutos

 

As agências terão que fazer um esforço extra para se manterem próximas a seus clientes

 

Fica evidente que as agências terão que fazer um esforço extra para atravessar a tempestade e sobreviverem, sendo que, como sempre, as mais capazes e esforçadas irão até crescer. Um ponto que se destaca é a relevância de estarem ainda mais próximas de seus clientes, apesar de fisicamente separadas.

 

Estudos  mostram que as agências devem alterar seus processos de busca de novos negócios, nestes tempos de trabalho à distância, perplexidade dos anunciantes e um excesso de ofertas de soluções milagrosas. Por outro lado as agências estão encontrando novas oportunidades para ajudar os clientes durante a crise; muitas estão simplificando seus processos; algumas estão se sentindo “mais próximas” dos clientes, embora não possam se encontrar pessoalmente; e as equipes criativas estão aprendendo a avaliar melhor as reações a suas entregas nas solicitações de novos negócios.

 

Outro ponto relata como fundadores de agências em tempos de crise fizeram para seus negócios e de seus clientes não afundarem e, ao contrário, prosperaram com a reação do mercado. Os três principais ensinamento são:

  • Persistência e atitude positiva podem ajudar a percorrer um longo caminho;
  • Para reduzir custos, seus e dos clientes, veja onde sua agência pode dinamizar e ajudar;
  • Reavaliar estratégias de viabilidade a longo prazo.

 

E a terceira citação, mostra 18 dicas de como os anunciantes, principalmente médios e pequenos, podem fazer marketing e publicidades neste tempos de pandemia do coronavírus. Algumas são óbvias, mas levam a relevantes reflexões, como: você tem mais ferramentas do que pensa; dê um giro de 180 graus e lance um novo produto; atinja as pessoas onde elas estão agora; ajude seus clientes para além da publicidade; reaja com muita velocidade aos acontecimentos.

 

Pesquisa sobre o consumo das mídias digitais indica força da TV

 

O objetivo do estudo, feito pelo Group M, da WPP, era o de entender melhor a relação dos consumidores com a mídia digital, mas no final o principal beneficiário das conclusões foi o meio TV, pois duas vezes mais consumidores afirmam que os comerciais na televisão dão uma impressão positiva das marcas do que os formatos digitais comuns.

 

Mais de um terço dos consumidores (37%), inclusive, considera os anúncios digitais muito invasivos. Cerca de 6 em cada 10 consumidores afirmam ter menos tendência a usar um produto se seus dados forem usados ​​para qualquer finalidade, enquanto 56% desejam mais controle sobre esses dados.

 

Como aponta o estudo, “a confiança do consumidor no marketing digital não é tão alta quanto esperávamos. E isso é um problema porque existe uma correlação clara entre confiança e valor da marca. Razão pela qual é importante que anunciantes e agências pensem em como podem fazer as coisas de maneira diferente, para criar um ecossistema de marketing digital responsável para o futuro, com base na confiança”.

 

Para nós, aqui no Brasil, o estudo evidencia que a melhor alternativa, nestes tempos de crise, é justamente combinar a força emocional e amplitude da TV, que no Brasil é bastante atomizada geograficamente em termos de sinal, com a direcionalidade e especificidade do digital. Esta é uma boa reflexão para as agências que atendem médios e pequenos anunciantes, tanto nacionais como regionais. O estudo Consumer Trust in Digital Marketing ouviu 14.000 consumidores, em 23 países.

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*** Compartilhado via Conteúdos CENP. Clique abaixo para as matérias completas:

Clique aqui para ler a matéria no Media Post – 5 minutos
Clique aqui para ler a matéria na Campaign – 8 minutos
Clique aqui para obter o relatório executivo do estudo com 31 páginas

 

Design é nada menos que tudo!

Design é nada menos que tudo!

A todo instante, em cada canto, o que se vê é o que fica na memória, principalmente na afetiva. Muito provavelmente o arquiteto do mundo usou e abusou de sua alma artística para conceber e pincelar cada uma das maravilhas da natureza. O visual seduz, encanta, personaliza e, sobretudo, identifica. O que nos leva a concluir que design é nada menos do que tudo!

Que o digam os pintores, escultores e tantos outros. Ora impressionando, ora surrealizando, ora renascendo, o que se nota é a marca de cada um deles. A verve do talento saltando alto, a arte visual fazendo a diferença e traduzindo emoções das mais diversas. Ainda não inventaram o botão do “desver”(😂).

Vieram as corporações e todas incorporaram uma determinada assinatura. Dos contornos arredondados e simpáticos do Fusca, passando pelas curvas sensuais e ergonômicas de uma stratocaster, os movimentos na prancheta definiram gerações e vários ícones do design permanecem até hoje imutáveis, tamanha a sua perfeição e invasão positiva no inconsciente coletivo.

Mestres do design, desde sempre, se deixavam levar pelos cartazes criativos mais do que propriamente por essa ou aquela técnica. A habilidade, a liberdade e obviamente a vocação foram, são e sempre serão suas maiores e melhores guias, mesmo sabendo que a necessidade de aprender e dominar as regras seja uma premissa básica, mas, como a própria expressão sugere, isso é básico. O bom designer é, antes de tudo, intuitivo e funcional, por mais paradoxal que soe a afirmação.

É desse timing harmonioso, fruto da percepção e sensibilidade apuradas, que a arte do design tem se estabelecido ao longo dos séculos como uma das nossas mais fortes e contundentes formas de comunicação. Do sinal de fumaça aos mais arrojados logotipos da atualidade, tudo nos leva a crer que o impacto visual é o que, efetivamente – perdoe o trocadilho – nos leva a CRER! Por consequência, também nos leva a vender e a se estabelecer num cenário cada vez mais competitivo e visualmente avassalador.

Pois bem, é aqui que faço uma pausa e o convido a questionar: diante de um planeta abarrotado de sinais e marcas por todos os lados e centímetros, o que pode favorecer os desvios de olhares das pessoas para o seu design? Enquanto você se perde por aí, eu adianto a resposta por aqui. O que pode e deve se consolidar como diferencial na criação é o feeling de quem a cria. Trocando em miúdos: é da mente brilhante desses ou daqueles criativos que nascem as formas brilhantes desse ou daquele produto. Dá-se um Ctrl C + Ctrl V do cérebro para o computador, o inverso, a inspiração a partir da mente, por mais que estejamos todos meio que deslumbrados com algoritmos e afins.

Para concluir (ou inconcluir propositalmente esse texto), repito uma das mais belas frases soltas de Da Vinci: “a simplicidade é a extrema sofisticação”. Mas separemos o joio do trigo, simplicidade não tem nada a ver com simplismo. O simplismo quase sempre cai no vulgar, no descartável, cai no esquecimento. A simplicidade está intrinsecamente ligada ao “menos é mais”, ao suspiro, ao movimento, ao bom gosto e ao bom senso. Eu diria até que simplicidade e design são quase sinônimos. O bom design precisa ser dotado de alma ou nascerá natimorto.

Mais uma vez, a sorte está lançada. Mas para ter muito mais chances de sucesso, seduzindo a sorte a operar em seu benefício, busque a emoção sempre ou busque outro designer. Do mais do mesmo, da falta de personalidade e da censura fria das regras o mundo e o mercado já estão bem cansados. Preciso desenhar?

Quero iniciar a presença digital da minha empresa, mas não sei por onde começar!

Quero iniciar a presença digital da minha empresa, mas não sei por onde começar!

Até pouco tempo, os empresários ou gestores de produtos e marcas, consideravam a ideia de não estarem inseridos no ambiente digital, mas atualmente, é difícil encontrar negócios que não estejam se atualizando e buscando espaço no mundo online. Isso vem acontecendo porque no mesmo fluxo que aumenta a conectividade, aumenta o consumo por meio das plataformas digitais de forma direta ou indireta. Ou seja, quanto mais tempo as pessoas passam “navegando”, mais tempo estão buscando seus anseios através das redes.

Com o crescimento do número de pessoas conectadas à internet, hoje é maior a probabilidade de compra e venda de produtos ou serviços nas mídias digitais, uma vez que as chances destes conteúdos alcançarem o seu cliente em potencial é maior do que apenas a loja física. 

Segundo informações da última pesquisa divulgada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nos domicílios brasileiros – TIC Domicílios 2018, atualmente cerca de 70% da população brasileira já possui acesso à internet em suas residências. Esses dados refletem o cenário que cada vez mais se aplica à nossa sociedade e mostra grande oportunidade para que esta comunicação de venda seja feita, possibilitando a fidelização da marca e de relacionamento com futuros clientes. E para colocar isso em prática é importante planejar.

Se você chegou até aqui, provavelmente já tem uma marca e deseja avançar ainda mais no mercado digital. Por isso continue acompanhando nossas dicas e invista em uma assistência profissional para garantir que seus esforços sejam assertivos. 

Por onde começar

 

As redes sociais são um dos pontos principais para alcançar os resultados que você espera no ambiente digital. Com tanta conectividade as pessoas passam grande parte do seu tempo livre navegando e absorvendo conteúdos de interesse. Nem sempre os acessos são com objetivo de compra, mas em sua maioria, quando o conteúdo é atraente, é possível obter a atenção do seu público e criar relacionamento com ele.

Em dados divulgados no dia 30 de janeiro deste ano, pela empresa We are Social em parceria com a Hootsuite no relatório do Digital 2020, é possível constatar que o uso das mídias digitais, móveis e sociais tem se tornado indispensáveis para pessoas do mundo todo. O relatório revela que mais de 3.8 bilhões de pessoas estão inseridas nesse ambiente online, ou seja, quase 60% da população mundial está conectada e interagindo. 

No Brasil o tempo médio gasto pelos usuários das mídias sociais também tem aumentado. Ainda segundo a pesquisa, nosso país é o 3° no mundo a passar mais tempo navegando na internet. Cerca de 9h diárias são dedicadas pelos brasileiros ao uso de plataformas digitais.

Fonte: https://wearesocial.com/blog/2020/01/digital-2020-3-8-billion-people-use-social-media 

Entre as diversas opções de plataformas disponíveis para acesso aos usuários da internet algumas alcançam posição melhor e se tornam mais populares. No Brasil, por exemplo, as seis “queridinhas” são, YouTube, Facebook, WhatsApp, Instagram, Messenger e Twitter. 

Com base nessas informações, você empreendedor, já deve iniciar a presença digital em um destes canais e vislumbrando o alcance de resultados satisfatórios em sua empresa. Conte com uma assistência profissional para identificar quais dessas mídias são adequadas ao seu negócio, o tipo de post que comunica melhor com seu público alvo e também a frequência em que a sua empresa deverá fazer publicações. Dessa forma será possível traçar estratégias direcionadas especificamente ao seu público alvo

Conteúdo

 

É muito importante planejar e produzir conteúdos que realmente atraiam o seu público. Quando falamos sobre venda, por exemplo, as pessoas querem ver fotos, vídeos, valores, condições de pagamento e também a descrição daquele produto ou serviço anunciado. 

Por isso, busque inspiração, planeje tudo que for divulgar em suas redes sociais, prepare-se para criar e estabelecer um vínculo de relacionamento entre você, sua empresa e o seu público alvo. 

Com o passar do tempo e com a prática do dia a dia você poderá observar o tipo de conteúdo que mais atrai clientes em potencial para as suas páginas, podendo então escolher a melhor forma de comunicar com eles.

Além disso, o conteúdo também é primordial na hora de utilizar alguns mecanismos do marketing digital em seu negócio. Uma dessas estratégias que utilizam o conteúdo como base para atingir o público de forma mais segmentada é o SEO (Search Engine Optimization). É bem provável que você já tenha ouvido falar sobre esse termo. A ferramenta é uma das técnicas do marketing que visam um rankeamento melhor para sites e blogs, posicionando-os na primeira página de buscas do Google. O resultado é mais visibilidade e maior tráfego orgânico (visitas espontâneas, sem anúncios).

A utilização e ativação desta ferramenta não é tão simples. É comum encontrar em diversas páginas da web a forma de colocar esse mecanismo para funcionar, mas o processo adiante é um pouco mais complicado. Além de garantir um lugarzinho na tão desejada primeira página do Google é importante saber gerir, controlar e monitorar os resultados e possíveis oportunidades que irão surgir com estes dados. E para fazer isso é necessário buscar ajuda de agências especializadas em marketing, produção de conteúdos, design, publicidade e afins. Dessa forma, você garante avanços importantes em sua empresa.

Relacionamento

 

O relacionamento é essencial para garantir que o seu negócio tenha uma posição favorável e positiva nas redes sociais. Quando falamos do ambiente online, as pessoas tendem a exigir sempre as ações com resultados imediatos, mas sabe-se que nem sempre isso é possível. Portanto, estabeleça uma postura clara e transparente. Se a comunicação não for constante através das redes sociais, informe e trabalhe outros canais de interação com o seu público.

Uma boa relação se dá muitas vezes pela frequência e pela forma em que o seu cliente em potencial se identifica com você, com sua forma de trabalhar e se posicionar no ambiente digital/físico. O jeito de conversar e interagir é que irá determinar esse relacionamento. Para garantir que você esteja bem colocado, assegure que a identidade da sua empresa e os valores sejam transmitidos através desse contato. Dessa forma você consegue estabelecer uma relação de proximidade com cada usuário, fidelizando e possibilitando novas formas de propagação e divulgação do seu produto ou serviço.

Criação de site

 

O site também é uma excelente ferramenta para atrair clientes em potencial para o seu negócio. Além de informar, é através dessa plataforma que se pode garantir que você esteja logado e inserido nas páginas do Google, gerando acessos e possibilitando também a disseminação dos seus conteúdos. Ele é essencial pois também permite trabalhar outras ferramentas do marketing digital. 

Criar um site não é tão simples. Existem diversas empresas que oferecem a criação de forma gratuita. No entanto, para garantir e evitar futuros problemas, o ideal é procurar agências especializadas, já que executam esse serviço com qualidade e segurança. 

Por mais que você encontre essas informações e detalhamentos de como executar esse processo de criação na web, existem algumas considerações importantes a serem feitas antes de optar por esse serviço gratuito. 

Você sabia que é necessário registrar o endereço do seu site? Isso mesmo! Aquela referência que vem logo após o www é chamada de domínio e precisa ser registrado para que o seu site fique online e disponível para acesso. Além disso, também é preciso hospedar essa página. A hospedagem funciona basicamente como um servidor capaz de manter todas as suas informações seguras e disponíveis para navegação. 

E para certificar que esse processo seja executado da melhor maneira, recomenda-se que opte por realizar este serviço com empresas consolidadas no mercado. Dessa forma, você garante que tudo esteja certo e seguro. Além de cuidar da burocracia da criação, o fornecedor também se encarrega de fazer com que o seu site seja responsivo (compatível em dispositivos móveis), com design profissional e conteúdos relevantes, direcionados ao seu público.

Considerações finais

 

Chegamos ao fim deste artigo e desejamos ter esclarecido um pouco sobre a importância de estar presente no ambiente digital. Se você pretende começar essa transição mas está inseguro ou deseja investir em algo profissional, conte com a Agência Mosca. Nós cuidamos de tudo pra você! Afinal, são 15 anos de mercado e inúmeros resultados de sucesso em campanhas online e offline, estratégias de marketing, design gráfico, criação de conteúdos e monitoramento para sites e redes sociais para clientes de todo o Brasil. Tudo planejado com qualidade e profissionalismo por nossos times de especialistas. Venha nos fazer uma visita ou clique aqui. Dê um passo a mais para o futuro dos seus negócios. 😉😉

Conheça um pouco mais sobre a Agência Mosca:

 

Fontes:

1-  https://www.cetic.br/tics/domicilios/2018/domicilios/A4/

2- https://wearesocial.com/blog/2020/01/digital-2020-3-8-billion-people-use-social-media