Designers da agência Mosca dão vida ao PEDALGEL, um aplicador de álcool em gel com o pé

Designers da agência Mosca dão vida ao PEDALGEL, um aplicador de álcool em gel com o pé

Pedalgel é a prova de que uma boa ideia aliada aos recursos de design e comunicação podem fazer a diferença até mesmo em tempos difíceis como os que estamos vivendo. O produto criado por um grupo de empreendedores mineiros de Governador Valadares desponta como a sensação do momento no combate à pandemia do coronavírus.

Trata-se de uma invenção relativamente simples e extremamente funcional, que ganhou forma, estilo e certa dose de sofisticação nas mãos da equipe de criativos da agência Mosca. A oportuna invenção consiste num aplicador de álcool em gel para as mãos acionado pelo pé do usuário, de modo que ele não precisa tocar em mais nada após realizar a higienização.

 

O projeto inicial apresentado à equipe de designers da Mosca deixava claro a que veio, ou seja, do ponto de vista funcional era perfeito, mas precisava de uma “cara” mais apresentável para um lançamento digno e convincente no mercado.

“Tínhamos um prazo apertado pois o produto precisava ser lançado rápido e de maneira marcante, pois é uma novidade. Tudo aconteceu em menos de uma semana”, explica Mayer Lana, sócio/diretor de criação da Mosca.

O resultado surpreendeu positivamente tanto os empreendedores do Pedalgel quanto os clientes, que estão conhecendo o produto pela internet, de onde podem realizar a compra.

 

“Os pedidos não param de chegar, vindos das diversas regiões do Brasil. Tínhamos certeza de que era algo bom e poderia realmente ajudar as pessoas nesse momento tão triste que estamos vivendo, mas confesso que não imaginava uma resposta tão imediata do mercado”, revela Marcos Vinícius, um dos sócios no projeto.

 

Além da grande aceitação pelo público em geral, o produto já figura entre os mais cotados no mercado de afiliados. Confira todos os detalhes do Pedalgel no site oficial www.pedalgel.com.br e no www.instagram.com/pedalgel.

Os impactos sobre a publicidade são globais, mas a reação do mercado depende de cada empresa!

Os impactos sobre a publicidade são globais, mas a reação do mercado depende de cada empresa!

As publicações sobre marketing no mundo inteiro estão inundando as agências, veículos e anunciantes com pesquisas e análises sobre o que fazer nesta crise. Fica evidente que os impactos sobre a publicidade são globais, mas a reação adequada depende de cada mercado e empresa. Neste artigo, selecionamos os pontos mais interessantes.

 

Os melhores executivos de marketing irão incrementar, não cortar suas verbas

 

Mark Ritson escreveu um alentado artigo na Marketing Week sobre a postura dos executivos de marketing durante as crises, no qual comprova que os melhores, os vencedores, serão aqueles capazes de incrementar e não cortar suas verbas.

 

Ele inicia se referindo à tese defendida por Roland Vaile, em Harvard, sobre o comportamento de 250 empresas durante a crise pós I Guerra – de 1920 a 24. Dessas, as que não anunciavam foram usadas como base, as que cortaram verbas perderam vendas e as que anunciaram, aumentarem seus negócios em mais de 20% a partir do quarto ano.

 

Depois desse estudo e durante quase um século, dezenas de outros confirmaram suas pioneiras conclusões, como a feita por Alex Biel e Stephen King, junto a 390 empresas, sobre seu comportamento em períodos de recessão, no qual constataram que cortar verbas para assegurar lucro no curto prazo não se revelou uma decisão acertada, pois isso aumentou seu share em 0.2%, em média, contra um aumento de 0.5% de quem majorou a verba em menos de 20% e ganho de 0.9% em média para quem cresceu os investimentos em mais de 20%.

 

Outro trabalho citado é o do professor Gerry Tellis e seu filho Kethan que compararam 40 estudos do gênero feitos ao longo dos anos, todos eles concluindo o mau negócio que as empresas que cortaram suas verbas fizeram contra os ganhos em vendas e share que registraram as que mantiveram ou aumentaram seus investimentos.

 

O último estudo mencionado por Ritson é de Ranjay Gulati, Nitin Nohria e Franz Wohlgezogen, que analisaram 4.700 empresas, das quais apenas 9% saiu das crises melhores do que entraram, e que mencionam o caso da Target, que depois da crise de 2000 cortou seus custos e margens, mas aumentou suas verbas de marketing em 20%, tendo vivido, a partir daí, sua melhor década em mais de um século de existência. 

 

Clique aqui para ler o artigo na Marketing Week – 15 minutos

 

As agências terão que fazer um esforço extra para se manterem próximas a seus clientes

 

Fica evidente que as agências terão que fazer um esforço extra para atravessar a tempestade e sobreviverem, sendo que, como sempre, as mais capazes e esforçadas irão até crescer. Um ponto que se destaca é a relevância de estarem ainda mais próximas de seus clientes, apesar de fisicamente separadas.

 

Estudos  mostram que as agências devem alterar seus processos de busca de novos negócios, nestes tempos de trabalho à distância, perplexidade dos anunciantes e um excesso de ofertas de soluções milagrosas. Por outro lado as agências estão encontrando novas oportunidades para ajudar os clientes durante a crise; muitas estão simplificando seus processos; algumas estão se sentindo “mais próximas” dos clientes, embora não possam se encontrar pessoalmente; e as equipes criativas estão aprendendo a avaliar melhor as reações a suas entregas nas solicitações de novos negócios.

 

Outro ponto relata como fundadores de agências em tempos de crise fizeram para seus negócios e de seus clientes não afundarem e, ao contrário, prosperaram com a reação do mercado. Os três principais ensinamento são:

  • Persistência e atitude positiva podem ajudar a percorrer um longo caminho;
  • Para reduzir custos, seus e dos clientes, veja onde sua agência pode dinamizar e ajudar;
  • Reavaliar estratégias de viabilidade a longo prazo.

 

E a terceira citação, mostra 18 dicas de como os anunciantes, principalmente médios e pequenos, podem fazer marketing e publicidades neste tempos de pandemia do coronavírus. Algumas são óbvias, mas levam a relevantes reflexões, como: você tem mais ferramentas do que pensa; dê um giro de 180 graus e lance um novo produto; atinja as pessoas onde elas estão agora; ajude seus clientes para além da publicidade; reaja com muita velocidade aos acontecimentos.

 

Pesquisa sobre o consumo das mídias digitais indica força da TV

 

O objetivo do estudo, feito pelo Group M, da WPP, era o de entender melhor a relação dos consumidores com a mídia digital, mas no final o principal beneficiário das conclusões foi o meio TV, pois duas vezes mais consumidores afirmam que os comerciais na televisão dão uma impressão positiva das marcas do que os formatos digitais comuns.

 

Mais de um terço dos consumidores (37%), inclusive, considera os anúncios digitais muito invasivos. Cerca de 6 em cada 10 consumidores afirmam ter menos tendência a usar um produto se seus dados forem usados ​​para qualquer finalidade, enquanto 56% desejam mais controle sobre esses dados.

 

Como aponta o estudo, “a confiança do consumidor no marketing digital não é tão alta quanto esperávamos. E isso é um problema porque existe uma correlação clara entre confiança e valor da marca. Razão pela qual é importante que anunciantes e agências pensem em como podem fazer as coisas de maneira diferente, para criar um ecossistema de marketing digital responsável para o futuro, com base na confiança”.

 

Para nós, aqui no Brasil, o estudo evidencia que a melhor alternativa, nestes tempos de crise, é justamente combinar a força emocional e amplitude da TV, que no Brasil é bastante atomizada geograficamente em termos de sinal, com a direcionalidade e especificidade do digital. Esta é uma boa reflexão para as agências que atendem médios e pequenos anunciantes, tanto nacionais como regionais. O estudo Consumer Trust in Digital Marketing ouviu 14.000 consumidores, em 23 países.

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*** Compartilhado via Conteúdos CENP. Clique abaixo para as matérias completas:

Clique aqui para ler a matéria no Media Post – 5 minutos
Clique aqui para ler a matéria na Campaign – 8 minutos
Clique aqui para obter o relatório executivo do estudo com 31 páginas

 

Qual a melhor atitude tomar diante da crise?

Qual a melhor atitude tomar diante da crise?

Uma pesquisa feita pela Kantar com 25 mil consumidores em 30 países ao redor do mundo constatou que a expectativa em relação às empresas anunciantes que mantiverem seus investimentos é positiva. Outra visão, aferida pela Forrester, indica a necessidade das marcas construírem confiança diante da crise para compensar a perda de “energia” por parte dos consumidores.

 

Apenas 8% dos consumidores acreditam que as marcas devem parar de anunciar devido à crise do coronavírus

 

A pesquisa revela ainda uma série de dados positivos sobre as marcas e sua publicidade. O trabalho foi realizado na esteira de muitos cancelamentos de campanhas feitos pelas marcas, alguns com toda a lógica, diante da virtual impossibilidade de prosseguir operando, outros mais motivados pela perplexidade do que por razões racionais.

 

Talvez a principal constatação foi a de que apenas 8% dos consumidores acredita que as empresas diante da crise devem parar de anunciar devido a pandemia do coronavírus, inclusive porque acreditam que a publicidade tem “obrigações” como a de suportar a mídia neste período difícil. Entre outras questões, a pesquisa relata que:

  • 78% dos consumidores acreditam que as marcas devem ajudá-los em suas vidas diárias e a mesma quantidade espera que elas cuidem de seus colaboradores nesse período;
  • 75% dizem que as marcas devem informar as pessoas sobre o que estão fazendo na crise;
  • 74% acham que as empresas não devem “explorar” a situação.

 

Além disso, mais de 50% também acreditam que as empresas diante da crise devem anunciar como sempre fizeram, enquanto 50% pensa que as empresas devem falar sobre sua própria marca de maneira mais leve que o habitual. Surpreendentemente apenas 30% gostaria de ver suas marcas oferecendo descontos e promoções.

 

A pesquisa é bem ampla e mensurou diversas atitudes. E como uma de suas autoras, Jane Ostler, destaca: “se as marcas ficarem fora do ar por mais de seis meses, isso pode destruir sua saúde agora e depois.”

 

Ela também recomenda aos anunciantes que “mantenham a calma. Tudo isso vai passar e estaremos em uma situação em que as coisas começam a se recuperar. Tenha, portanto, essa visão de longo prazo junto com a de curto prazo”.

 

Entre as marcas que estão fazendo a coisa certa, os consumidores lembraram da Ford, que trocou sua publicidade regular por mensagens informando que vai postergar o pagamento das prestações de seus carros; a Louis Vuitton, que está fabricando álcool gel; a Guiness, que cancelou sua tradicional parada de St., Patrick, que faz há 260 anos; e a Nike, que além de garantir a venda de seus produtos por e-commerce, assegurou que manterá seus quadros de pessoal das lojas fechadas e liberou o acesso a seu app que ajuda a fazer exercícios.

 

Estudo indica que as marcas devem construir confiança para compensar a perda de “energia” dos consumidores

 

A Forrester também conduziu um estudo para aferir, nos Estados Unidos, a percepção dos consumidores diante dos anunciantes, das marcas e da pandemia do coronavírus. Suas constatações foram diferentes à da pesquisa da Kantar e indicaram que as marcas devem construir confiança para compensar a perda de “energia” dos consumidores.

 

Como aponta a matéria da Marketing Dive, mais uma vez os bons exemplos são os da Nike e da Ford (que foi seguida pela Lexus, Hyundai e Toyota). Entre as recomendações feitas aos anunciantes, a Forrester lista:

  • Não espere que os consumidores estejam ansiosos para comprar sua próxima “grande novidade”;
  • Crie mensagens que correspondam ao teor emocional de seus clientes neste momento;
  • Ganhar confiança é sua métrica para o sucesso durante esse período.

 

Enquanto isso, no Brasil…

 

Aqui no Brasil a situação é parecida à de todo o mundo. Alguns empresas diante da crise estão fazendo a coisa certa, mantendo sua presença e alterando sua publicidade, na linha de explicar o que estão fazendo, oferecer conselhos úteis e inspirar esperança.

 

Outros continuam no ar, mas com mensagens que parecem totalmente inadequadas para o momento, como o lançamento de novos produtos. E muitos simplesmente sumiram. Alguns com razão e outros pela reação habitual de cortar publicidade em épocas de dificuldades, reação que tende a aumentar seus prejuízos de imagem, reputação e negócios no curto e no longo prazo.

 

Entre os bons exemplos, temos a Natura, Santander, Itaú, Caoa, Caixa, Banco do Brasil, Posto Ipiranga, Amil ou iFood. Sem falar de alguns varejos, como Carrefour, Renner, Magalu e McDonald´s. Além de esforços cooperados inusitados, como a mensagem assinada pela Claro, Oi, Tim e Vivo.

 

Tem também os que desviaram seus investimentos para ajudar os mais necessitados. Uma atitude louvável, mas estes deveriam reservar parte da verba para informar os consumidores que estão fazendo isso, inclusive porque a mídia está na lista das atividades essenciais, que precisam de suporte financeiro.

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*** Compartilhado via Conteúdos CENP. Clique abaixo para as matérias completas:

Clique aqui para ler o artigo na Marketing Week
Clique aqui para ler a matéria do AdAge
Clique aqui para acessar a apresentação da pesquisa com 36 telas
Clique aqui para ler a matéria na Marketing Dive
Clique aqui para ler o resumo do estudo da Forrester

 

“Preciso vender!” E nós sabemos que isso é pra ontem!

“Preciso vender!” E nós sabemos que isso é pra ontem!

Se você chegou até este artigo é porque com certeza entende a necessidade de buscar novos recursos e aumento das vendas em seu negócio e provavelmente já se perguntou: “Devo investir em marketing digital?”. Pois bem, se você precisa vender, vamos te ajudar a responder esta pergunta analisando 3 pontos principais .

 

  • De olho no resultado da concorrência

 

Ver o seu principal concorrente sair na frente dói, mas nada é pior do que você permanecer parado. Sabemos que cada caso é um caso, por isso não deixe de analisar o mercado e estudar a melhor maneira de fazer o seu negócio crescer de forma sólida e contínua. Crie estratégias de diferenciação para seu produto e posicionamento da marca no mercado.

A internet é a maior ferramenta de vendas para o seu negócio. O seu concorrente sabe disso e usufrui de maneira correta e eficaz, e a cada dia que você espera e/ou pensa que precisa vender na internet, um produto do seu concorrente vai para o famoso “carrinho” até a conclusão da compra. 

 

  • “Mas, será que o trabalho da agência pode realmente impactar financeiramente em meu negócio?’’

 

Não se preocupe, a dúvida do momento ideal para investir e a veracidade do impacto financeiro que podemos proporcionar ao seu negócio, é algo, digamos que, frequente. No entanto, cada vez mais, os empresários e gestores estão se atentando para a necessidade de manter presença digital e principalmente, compreendendo que estar inserido nesse ambiente e utilizando as plataformas de alcance ao seu público, vai muito além do que apenas aumento no número de curtidas, seguidores ou visitantes em suas páginas. Não que isso não seja importante, mas hoje é preciso saber o que fazer com essas métricas. Como continuar alcançando e nutrindo seus leads? Como convertê-los em vendas e gerar impacto no crescimento financeiro?

Além de trabalhar conteúdos relevantes e de interesse do seu público, precisamos executar algumas ferramentas do marketing digital para alcançar os resultados esperados. Atrair visitantes as suas páginas na web, gerar novas oportunidades, qualificar esses leads,  analisar as oportunidades de venda e adquirir novos clientes, são umas das estratégias que devemos utilizar em seu negócio, e tenha uma certeza: você não irá se arrepender!

Mas, se a dúvida em investir no serviço especializado da agência ainda paira sobre os seus pensamentos, saiba que você não deve esperar tempo demais. A definição exata da persona, o entendimento da percepção do seu público e aquilo que esperam da sua marca é o ponto principal para desenvolver ações segmentadas e campanhas com foco no aumento de suas vendas, por isso é preciso acima de tudo PLANEJAR.

 

  • Essa é a hora certa de começar? Preciso vender!

 

Quanto mais tempo esperar, mais espaço você dá para a sua concorrência alcançar o lugar de “favorito’’ na mente do seu público alvo. A verdade é que nada acontece da noite pro dia, e no Marketing Digital não é diferente. É um trabalho intenso, que envolve estratégias de SEO (Google), marketing de conteúdo, links patrocinados, Facebook Ads e muito mais. 

Nosso Gestor de Resultados, Lucas Andrade também afirma que há necessidade por parte dos empresários em investir nas estratégias de marketing, principalmente quando comparado com os resultados de outras marcas percebidas no mercado.

‘’Sempre em uma reunião ou outra com nossos clientes eles me perguntam se é possível alcançar resultados comparados aos de seus concorrentes, e sim, é possível. O importante é entender que precisamos iniciar e investir nas estratégias do marketing digital o quanto antes, pois só assim poderemos planejar o melhor investimento e aposta da sua marca, consolidando seu negócio, trazendo reconhecimento e gerando fidelização. Não fique para trás, decida investir no crescimento do seu negócio e alavanque as suas vendas, pontua.”

Porque estamos falando tudo isso? Muita gente não sabe que esse processo inicial toma tempo e que os resultados não chegam de imediato. E é exatamente isso que queremos que você entenda: quanto antes você começar, em menos tempo você irá colher esses resultados que tanto espera. 

Não deixe que outra marca do mesmo segmento do seu negócio ganhe a mente do seu cliente. Garanta o seu lugar de reconhecimento, estamos aqui pra te ajudar!

 

Design é nada menos que tudo!

Design é nada menos que tudo!

A todo instante, em cada canto, o que se vê é o que fica na memória, principalmente na afetiva. Muito provavelmente o arquiteto do mundo usou e abusou de sua alma artística para conceber e pincelar cada uma das maravilhas da natureza. O visual seduz, encanta, personaliza e, sobretudo, identifica. O que nos leva a concluir que design é nada menos do que tudo!

Que o digam os pintores, escultores e tantos outros. Ora impressionando, ora surrealizando, ora renascendo, o que se nota é a marca de cada um deles. A verve do talento saltando alto, a arte visual fazendo a diferença e traduzindo emoções das mais diversas. Ainda não inventaram o botão do “desver”(😂).

Vieram as corporações e todas incorporaram uma determinada assinatura. Dos contornos arredondados e simpáticos do Fusca, passando pelas curvas sensuais e ergonômicas de uma stratocaster, os movimentos na prancheta definiram gerações e vários ícones do design permanecem até hoje imutáveis, tamanha a sua perfeição e invasão positiva no inconsciente coletivo.

Mestres do design, desde sempre, se deixavam levar pelos cartazes criativos mais do que propriamente por essa ou aquela técnica. A habilidade, a liberdade e obviamente a vocação foram, são e sempre serão suas maiores e melhores guias, mesmo sabendo que a necessidade de aprender e dominar as regras seja uma premissa básica, mas, como a própria expressão sugere, isso é básico. O bom designer é, antes de tudo, intuitivo e funcional, por mais paradoxal que soe a afirmação.

É desse timing harmonioso, fruto da percepção e sensibilidade apuradas, que a arte do design tem se estabelecido ao longo dos séculos como uma das nossas mais fortes e contundentes formas de comunicação. Do sinal de fumaça aos mais arrojados logotipos da atualidade, tudo nos leva a crer que o impacto visual é o que, efetivamente – perdoe o trocadilho – nos leva a CRER! Por consequência, também nos leva a vender e a se estabelecer num cenário cada vez mais competitivo e visualmente avassalador.

Pois bem, é aqui que faço uma pausa e o convido a questionar: diante de um planeta abarrotado de sinais e marcas por todos os lados e centímetros, o que pode favorecer os desvios de olhares das pessoas para o seu design? Enquanto você se perde por aí, eu adianto a resposta por aqui. O que pode e deve se consolidar como diferencial na criação é o feeling de quem a cria. Trocando em miúdos: é da mente brilhante desses ou daqueles criativos que nascem as formas brilhantes desse ou daquele produto. Dá-se um Ctrl C + Ctrl V do cérebro para o computador, o inverso, a inspiração a partir da mente, por mais que estejamos todos meio que deslumbrados com algoritmos e afins.

Para concluir (ou inconcluir propositalmente esse texto), repito uma das mais belas frases soltas de Da Vinci: “a simplicidade é a extrema sofisticação”. Mas separemos o joio do trigo, simplicidade não tem nada a ver com simplismo. O simplismo quase sempre cai no vulgar, no descartável, cai no esquecimento. A simplicidade está intrinsecamente ligada ao “menos é mais”, ao suspiro, ao movimento, ao bom gosto e ao bom senso. Eu diria até que simplicidade e design são quase sinônimos. O bom design precisa ser dotado de alma ou nascerá natimorto.

Mais uma vez, a sorte está lançada. Mas para ter muito mais chances de sucesso, seduzindo a sorte a operar em seu benefício, busque a emoção sempre ou busque outro designer. Do mais do mesmo, da falta de personalidade e da censura fria das regras o mundo e o mercado já estão bem cansados. Preciso desenhar?

Quero iniciar a presença digital da minha empresa, mas não sei por onde começar!

Quero iniciar a presença digital da minha empresa, mas não sei por onde começar!

Até pouco tempo, os empresários ou gestores de produtos e marcas, consideravam a ideia de não estarem inseridos no ambiente digital, mas atualmente, é difícil encontrar negócios que não estejam se atualizando e buscando espaço no mundo online. Isso vem acontecendo porque no mesmo fluxo que aumenta a conectividade, aumenta o consumo por meio das plataformas digitais de forma direta ou indireta. Ou seja, quanto mais tempo as pessoas passam “navegando”, mais tempo estão buscando seus anseios através das redes.

Com o crescimento do número de pessoas conectadas à internet, hoje é maior a probabilidade de compra e venda de produtos ou serviços nas mídias digitais, uma vez que as chances destes conteúdos alcançarem o seu cliente em potencial é maior do que apenas a loja física. 

Segundo informações da última pesquisa divulgada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nos domicílios brasileiros – TIC Domicílios 2018, atualmente cerca de 70% da população brasileira já possui acesso à internet em suas residências. Esses dados refletem o cenário que cada vez mais se aplica à nossa sociedade e mostra grande oportunidade para que esta comunicação de venda seja feita, possibilitando a fidelização da marca e de relacionamento com futuros clientes. E para colocar isso em prática é importante planejar.

Se você chegou até aqui, provavelmente já tem uma marca e deseja avançar ainda mais no mercado digital. Por isso continue acompanhando nossas dicas e invista em uma assistência profissional para garantir que seus esforços sejam assertivos. 

Por onde começar

 

As redes sociais são um dos pontos principais para alcançar os resultados que você espera no ambiente digital. Com tanta conectividade as pessoas passam grande parte do seu tempo livre navegando e absorvendo conteúdos de interesse. Nem sempre os acessos são com objetivo de compra, mas em sua maioria, quando o conteúdo é atraente, é possível obter a atenção do seu público e criar relacionamento com ele.

Em dados divulgados no dia 30 de janeiro deste ano, pela empresa We are Social em parceria com a Hootsuite no relatório do Digital 2020, é possível constatar que o uso das mídias digitais, móveis e sociais tem se tornado indispensáveis para pessoas do mundo todo. O relatório revela que mais de 3.8 bilhões de pessoas estão inseridas nesse ambiente online, ou seja, quase 60% da população mundial está conectada e interagindo. 

No Brasil o tempo médio gasto pelos usuários das mídias sociais também tem aumentado. Ainda segundo a pesquisa, nosso país é o 3° no mundo a passar mais tempo navegando na internet. Cerca de 9h diárias são dedicadas pelos brasileiros ao uso de plataformas digitais.

Fonte: https://wearesocial.com/blog/2020/01/digital-2020-3-8-billion-people-use-social-media 

Entre as diversas opções de plataformas disponíveis para acesso aos usuários da internet algumas alcançam posição melhor e se tornam mais populares. No Brasil, por exemplo, as seis “queridinhas” são, YouTube, Facebook, WhatsApp, Instagram, Messenger e Twitter. 

Com base nessas informações, você empreendedor, já deve iniciar a presença digital em um destes canais e vislumbrando o alcance de resultados satisfatórios em sua empresa. Conte com uma assistência profissional para identificar quais dessas mídias são adequadas ao seu negócio, o tipo de post que comunica melhor com seu público alvo e também a frequência em que a sua empresa deverá fazer publicações. Dessa forma será possível traçar estratégias direcionadas especificamente ao seu público alvo

Conteúdo

 

É muito importante planejar e produzir conteúdos que realmente atraiam o seu público. Quando falamos sobre venda, por exemplo, as pessoas querem ver fotos, vídeos, valores, condições de pagamento e também a descrição daquele produto ou serviço anunciado. 

Por isso, busque inspiração, planeje tudo que for divulgar em suas redes sociais, prepare-se para criar e estabelecer um vínculo de relacionamento entre você, sua empresa e o seu público alvo. 

Com o passar do tempo e com a prática do dia a dia você poderá observar o tipo de conteúdo que mais atrai clientes em potencial para as suas páginas, podendo então escolher a melhor forma de comunicar com eles.

Além disso, o conteúdo também é primordial na hora de utilizar alguns mecanismos do marketing digital em seu negócio. Uma dessas estratégias que utilizam o conteúdo como base para atingir o público de forma mais segmentada é o SEO (Search Engine Optimization). É bem provável que você já tenha ouvido falar sobre esse termo. A ferramenta é uma das técnicas do marketing que visam um rankeamento melhor para sites e blogs, posicionando-os na primeira página de buscas do Google. O resultado é mais visibilidade e maior tráfego orgânico (visitas espontâneas, sem anúncios).

A utilização e ativação desta ferramenta não é tão simples. É comum encontrar em diversas páginas da web a forma de colocar esse mecanismo para funcionar, mas o processo adiante é um pouco mais complicado. Além de garantir um lugarzinho na tão desejada primeira página do Google é importante saber gerir, controlar e monitorar os resultados e possíveis oportunidades que irão surgir com estes dados. E para fazer isso é necessário buscar ajuda de agências especializadas em marketing, produção de conteúdos, design, publicidade e afins. Dessa forma, você garante avanços importantes em sua empresa.

Relacionamento

 

O relacionamento é essencial para garantir que o seu negócio tenha uma posição favorável e positiva nas redes sociais. Quando falamos do ambiente online, as pessoas tendem a exigir sempre as ações com resultados imediatos, mas sabe-se que nem sempre isso é possível. Portanto, estabeleça uma postura clara e transparente. Se a comunicação não for constante através das redes sociais, informe e trabalhe outros canais de interação com o seu público.

Uma boa relação se dá muitas vezes pela frequência e pela forma em que o seu cliente em potencial se identifica com você, com sua forma de trabalhar e se posicionar no ambiente digital/físico. O jeito de conversar e interagir é que irá determinar esse relacionamento. Para garantir que você esteja bem colocado, assegure que a identidade da sua empresa e os valores sejam transmitidos através desse contato. Dessa forma você consegue estabelecer uma relação de proximidade com cada usuário, fidelizando e possibilitando novas formas de propagação e divulgação do seu produto ou serviço.

Criação de site

 

O site também é uma excelente ferramenta para atrair clientes em potencial para o seu negócio. Além de informar, é através dessa plataforma que se pode garantir que você esteja logado e inserido nas páginas do Google, gerando acessos e possibilitando também a disseminação dos seus conteúdos. Ele é essencial pois também permite trabalhar outras ferramentas do marketing digital. 

Criar um site não é tão simples. Existem diversas empresas que oferecem a criação de forma gratuita. No entanto, para garantir e evitar futuros problemas, o ideal é procurar agências especializadas, já que executam esse serviço com qualidade e segurança. 

Por mais que você encontre essas informações e detalhamentos de como executar esse processo de criação na web, existem algumas considerações importantes a serem feitas antes de optar por esse serviço gratuito. 

Você sabia que é necessário registrar o endereço do seu site? Isso mesmo! Aquela referência que vem logo após o www é chamada de domínio e precisa ser registrado para que o seu site fique online e disponível para acesso. Além disso, também é preciso hospedar essa página. A hospedagem funciona basicamente como um servidor capaz de manter todas as suas informações seguras e disponíveis para navegação. 

E para certificar que esse processo seja executado da melhor maneira, recomenda-se que opte por realizar este serviço com empresas consolidadas no mercado. Dessa forma, você garante que tudo esteja certo e seguro. Além de cuidar da burocracia da criação, o fornecedor também se encarrega de fazer com que o seu site seja responsivo (compatível em dispositivos móveis), com design profissional e conteúdos relevantes, direcionados ao seu público.

Considerações finais

 

Chegamos ao fim deste artigo e desejamos ter esclarecido um pouco sobre a importância de estar presente no ambiente digital. Se você pretende começar essa transição mas está inseguro ou deseja investir em algo profissional, conte com a Agência Mosca. Nós cuidamos de tudo pra você! Afinal, são 15 anos de mercado e inúmeros resultados de sucesso em campanhas online e offline, estratégias de marketing, design gráfico, criação de conteúdos e monitoramento para sites e redes sociais para clientes de todo o Brasil. Tudo planejado com qualidade e profissionalismo por nossos times de especialistas. Venha nos fazer uma visita ou clique aqui. Dê um passo a mais para o futuro dos seus negócios. 😉😉

Conheça um pouco mais sobre a Agência Mosca:

 

Fontes:

1-  https://www.cetic.br/tics/domicilios/2018/domicilios/A4/

2- https://wearesocial.com/blog/2020/01/digital-2020-3-8-billion-people-use-social-media 

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