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Marca, identidade visual e branding. Entenda a diferença!

Marca, identidade visual e branding. Entenda a diferença!

Se você é empreendedor, está inserido no mundo dos negócios ou já precisou desenvolver uma marca ou produto, provavelmente em algum momento já se pegou meio confuso em relação ao significado e a semelhança entre os termos marca, identidade visual e branding. Pois bem, resolvemos escrever este artigo para solucionar as suas dúvidas de maneira simples e garantir que você tenha sucesso nos seus projetos. 

 

Então, o que é marca?

 

A marca é a junção dos elementos tangíveis e intangíveis que identificam e diferenciam um produto ou empresa. Não apenas referente aos símbolos gráficos utilizados no negócio, uma marca, de forma abrangente, se refere à imagem e a percepção que os consumidores formam sobre você.

Por mais que a sua empresa tente criar uma imagem positiva potencializando os diferenciais, enquanto marca pretendida é preciso estar atento em relação às reações do seu cliente, pois a percepção que se consolida perante ao mercado sempre será a do público. 

Ou seja, não é o que falamos ou pensamos ser, mas sim a resposta do mercado.

Para desenvolver uma marca, é necessário pensar de forma estratégica tudo que a engloba: Primeiro os atributos e valores intrínsecos na essência da marca (DNA da marca), sua personalidade e conjunto de soluções entregues ao mercado e depois a construção e fortalecimento da sua imagem gráfica, a identidade visual que veremos a seguir.

 

 

 

A importância da Identidade Visual na sua estratégia de marca

 

Identidade visual pode ser definida como o conjunto de elementos visuais que remetem a um produto, serviço ou empresa. Não é referente apenas à logo (marca gráfica), como muitos pensam por aí, mas todo um universo que é possível construir a partir dela. As cores, texturas, tipografias, ícones e imagens.

Tudo isso junto, de forma harmoniosa, transmite a particularidade e sensações que sua empresa deseja fixar na mente das pessoas.

Somos seres visuais e temos a incrível capacidade de assimilar e conectar nosso repertório imagético com as informações recebidas instantaneamente pelos diversos meios físicos e digitais, formando assim nossas preferências e rejeições. É uma ação motora, mas que define muito nossas escolhas. 

Uma imagem bem trabalhada, e aqui estamos falando de design gráfico, pode fazer um produto parecer superior ao outro, tornando-o mais competitivo e desejado. Marcas que entendem este potencial criam verdadeiros sonhos de consumo, entregando algo que as pessoas nem imaginavam querer ou precisar.

Por isso, aquele velho ditado que diz “a primeira impressão é a que fica” faz tanto sentido no mundo corporativo e é tão aplicado pelos designers e publicitários.

Muitas vezes quando nos deparamos com padrões de formas e cores específicas, logo associamos a produtos e marcas que utilizam sempre o mesmo conjunto de elementos para formar e identificar sua marca.

E essa associação é primordial, pois além de fazer o seu negócio ser reconhecido, pode fazer os clientes se apaixonarem tornando-se verdadeiros “advogados” da sua causa. E assim, as vendas e crescimento serão uma consequência natural. Faça um exercício rápido de olhar ao seu redor e logo irá perceber vários desses padrões visuais que identificam uma marca.

 

O processo de Branding na gestão da marca

 

O branding é a gestão inteligente da sua marca. É um processo que tem início mas provavelmente não terá meio nem fim, é contínuo! Enquanto seu negócio estiver respirando, suas ações de branding devem acontecer, isso é claro, para marcas que procuram sair do senso comum e entregar algo de real valor pro mundo. Nunca estará pronto! Se tiver não vai dar certo.

Como estamos falando de um posicionamento mais estratégico, todas as ações e processos devem estar alinhados num único objetivo, que deve ser a principal razão de existir do negócio, é o famoso “porquê’. Encontre o real motivo de sua existência e planeje todos os passos de médio e longo prazo para percorrer o trajeto.

Lembre-se que não haverá chegada, o que importa é a caminhada. Quando você tiver dúvida nas encruzilhadas, pergunte ao seu “porquê” qual curva deve fazer.

 

 

Neste processo a cultura da empresa deverá servir de base fundamental para a disseminação do propósito e isso envolverá o principal ativo de qualquer negócio: o capital humano! Todos os colaboradores e parceiros devem ter o conhecimento do “mapa” ou “guia” que torna possível a aventura.

A esse guia damos o nome de Brandbook, um documento técnico onde constam todas as orientações e definições sobre o seu posicionamento enquanto marca.  

Da recepção ao mais alto escalão, da limpeza do piso ao pós-venda, tudo e todos devem estar de acordo com os padrões pretendidos, a magia vai acontecer nos detalhes, não esqueça dos DETALHES! As pessoas precisam estar treinadas a ponto de serem aptas a naturalmente responder pelos valores da marca.

Sabemos que não é fácil, mas esse é o segredo daqueles que transformam ou até mesmo criam novos mercados e conquistam os corações e mentes dos clientes.

Como disse Jeff Bezos, fundador da Amazon, “Sua marca é o que as pessoas dizem sobre você quando você não está na sala.”

 

Considerações finais

 

Analisando a semelhança entre o significado de cada termo citado nesse artigo é possível entender a importância de estudar e aplicar cada um desses fundamentos visando a diferenciação, posicionamento e propulsão do negócio no mercado.

Pensar, criar e planejar em conjunto cada estratégia com um objetivo principal é essencial para todos os produtos e serviços atualmente.

Para desenvolver esses projetos e certificar que sua marca tenha um bom plano de crescimento, procure profissionais que, de fato, sejam especialistas no assunto e o principal: que tenham conhecimento real de causa com experiência e expertise comprovadas.

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Espero ter contribuído . Avante!
Mayer Lana . Diretor de criação da Agência Mosca

 

Designers da agência Mosca dão vida ao PEDALGEL, um aplicador de álcool em gel com o pé

Designers da agência Mosca dão vida ao PEDALGEL, um aplicador de álcool em gel com o pé

Pedalgel é a prova de que uma boa ideia aliada aos recursos de design e comunicação podem fazer a diferença até mesmo em tempos difíceis como os que estamos vivendo. O produto criado por um grupo de empreendedores mineiros de Governador Valadares desponta como a sensação do momento no combate à pandemia do coronavírus.

Trata-se de uma invenção relativamente simples e extremamente funcional, que ganhou forma, estilo e certa dose de sofisticação nas mãos da equipe de criativos da agência Mosca. A oportuna invenção consiste num aplicador de álcool em gel para as mãos acionado pelo pé do usuário, de modo que ele não precisa tocar em mais nada após realizar a higienização.

 

O projeto inicial apresentado à equipe de designers da Mosca deixava claro a que veio, ou seja, do ponto de vista funcional era perfeito, mas precisava de uma “cara” mais apresentável para um lançamento digno e convincente no mercado.

“Tínhamos um prazo apertado pois o produto precisava ser lançado rápido e de maneira marcante, pois é uma novidade. Tudo aconteceu em menos de uma semana”, explica Mayer Lana, sócio/diretor de criação da Mosca.

O resultado surpreendeu positivamente tanto os empreendedores do Pedalgel quanto os clientes, que estão conhecendo o produto pela internet, de onde podem realizar a compra.

 

“Os pedidos não param de chegar, vindos das diversas regiões do Brasil. Tínhamos certeza de que era algo bom e poderia realmente ajudar as pessoas nesse momento tão triste que estamos vivendo, mas confesso que não imaginava uma resposta tão imediata do mercado”, revela Marcos Vinícius, um dos sócios no projeto.

 

Além da grande aceitação pelo público em geral, o produto já figura entre os mais cotados no mercado de afiliados. Confira todos os detalhes do Pedalgel no site oficial www.pedalgel.com.br e no www.instagram.com/pedalgel.

Os impactos sobre a publicidade são globais, mas a reação do mercado depende de cada empresa!

Os impactos sobre a publicidade são globais, mas a reação do mercado depende de cada empresa!

As publicações sobre marketing no mundo inteiro estão inundando as agências, veículos e anunciantes com pesquisas e análises sobre o que fazer nesta crise. Fica evidente que os impactos sobre a publicidade são globais, mas a reação adequada depende de cada mercado e empresa. Neste artigo, selecionamos os pontos mais interessantes.

 

Os melhores executivos de marketing irão incrementar, não cortar suas verbas

 

Mark Ritson escreveu um alentado artigo na Marketing Week sobre a postura dos executivos de marketing durante as crises, no qual comprova que os melhores, os vencedores, serão aqueles capazes de incrementar e não cortar suas verbas.

 

Ele inicia se referindo à tese defendida por Roland Vaile, em Harvard, sobre o comportamento de 250 empresas durante a crise pós I Guerra – de 1920 a 24. Dessas, as que não anunciavam foram usadas como base, as que cortaram verbas perderam vendas e as que anunciaram, aumentarem seus negócios em mais de 20% a partir do quarto ano.

 

Depois desse estudo e durante quase um século, dezenas de outros confirmaram suas pioneiras conclusões, como a feita por Alex Biel e Stephen King, junto a 390 empresas, sobre seu comportamento em períodos de recessão, no qual constataram que cortar verbas para assegurar lucro no curto prazo não se revelou uma decisão acertada, pois isso aumentou seu share em 0.2%, em média, contra um aumento de 0.5% de quem majorou a verba em menos de 20% e ganho de 0.9% em média para quem cresceu os investimentos em mais de 20%.

 

Outro trabalho citado é o do professor Gerry Tellis e seu filho Kethan que compararam 40 estudos do gênero feitos ao longo dos anos, todos eles concluindo o mau negócio que as empresas que cortaram suas verbas fizeram contra os ganhos em vendas e share que registraram as que mantiveram ou aumentaram seus investimentos.

 

O último estudo mencionado por Ritson é de Ranjay Gulati, Nitin Nohria e Franz Wohlgezogen, que analisaram 4.700 empresas, das quais apenas 9% saiu das crises melhores do que entraram, e que mencionam o caso da Target, que depois da crise de 2000 cortou seus custos e margens, mas aumentou suas verbas de marketing em 20%, tendo vivido, a partir daí, sua melhor década em mais de um século de existência. 

 

Clique aqui para ler o artigo na Marketing Week – 15 minutos

 

As agências terão que fazer um esforço extra para se manterem próximas a seus clientes

 

Fica evidente que as agências terão que fazer um esforço extra para atravessar a tempestade e sobreviverem, sendo que, como sempre, as mais capazes e esforçadas irão até crescer. Um ponto que se destaca é a relevância de estarem ainda mais próximas de seus clientes, apesar de fisicamente separadas.

 

Estudos  mostram que as agências devem alterar seus processos de busca de novos negócios, nestes tempos de trabalho à distância, perplexidade dos anunciantes e um excesso de ofertas de soluções milagrosas. Por outro lado as agências estão encontrando novas oportunidades para ajudar os clientes durante a crise; muitas estão simplificando seus processos; algumas estão se sentindo “mais próximas” dos clientes, embora não possam se encontrar pessoalmente; e as equipes criativas estão aprendendo a avaliar melhor as reações a suas entregas nas solicitações de novos negócios.

 

Outro ponto relata como fundadores de agências em tempos de crise fizeram para seus negócios e de seus clientes não afundarem e, ao contrário, prosperaram com a reação do mercado. Os três principais ensinamento são:

  • Persistência e atitude positiva podem ajudar a percorrer um longo caminho;
  • Para reduzir custos, seus e dos clientes, veja onde sua agência pode dinamizar e ajudar;
  • Reavaliar estratégias de viabilidade a longo prazo.

 

E a terceira citação, mostra 18 dicas de como os anunciantes, principalmente médios e pequenos, podem fazer marketing e publicidades neste tempos de pandemia do coronavírus. Algumas são óbvias, mas levam a relevantes reflexões, como: você tem mais ferramentas do que pensa; dê um giro de 180 graus e lance um novo produto; atinja as pessoas onde elas estão agora; ajude seus clientes para além da publicidade; reaja com muita velocidade aos acontecimentos.

 

Pesquisa sobre o consumo das mídias digitais indica força da TV

 

O objetivo do estudo, feito pelo Group M, da WPP, era o de entender melhor a relação dos consumidores com a mídia digital, mas no final o principal beneficiário das conclusões foi o meio TV, pois duas vezes mais consumidores afirmam que os comerciais na televisão dão uma impressão positiva das marcas do que os formatos digitais comuns.

 

Mais de um terço dos consumidores (37%), inclusive, considera os anúncios digitais muito invasivos. Cerca de 6 em cada 10 consumidores afirmam ter menos tendência a usar um produto se seus dados forem usados ​​para qualquer finalidade, enquanto 56% desejam mais controle sobre esses dados.

 

Como aponta o estudo, “a confiança do consumidor no marketing digital não é tão alta quanto esperávamos. E isso é um problema porque existe uma correlação clara entre confiança e valor da marca. Razão pela qual é importante que anunciantes e agências pensem em como podem fazer as coisas de maneira diferente, para criar um ecossistema de marketing digital responsável para o futuro, com base na confiança”.

 

Para nós, aqui no Brasil, o estudo evidencia que a melhor alternativa, nestes tempos de crise, é justamente combinar a força emocional e amplitude da TV, que no Brasil é bastante atomizada geograficamente em termos de sinal, com a direcionalidade e especificidade do digital. Esta é uma boa reflexão para as agências que atendem médios e pequenos anunciantes, tanto nacionais como regionais. O estudo Consumer Trust in Digital Marketing ouviu 14.000 consumidores, em 23 países.

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*** Compartilhado via Conteúdos CENP. Clique abaixo para as matérias completas:

Clique aqui para ler a matéria no Media Post – 5 minutos
Clique aqui para ler a matéria na Campaign – 8 minutos
Clique aqui para obter o relatório executivo do estudo com 31 páginas

 

Qual a melhor atitude tomar diante da crise?

Qual a melhor atitude tomar diante da crise?

Uma pesquisa feita pela Kantar com 25 mil consumidores em 30 países ao redor do mundo constatou que a expectativa em relação às empresas anunciantes que mantiverem seus investimentos é positiva. Outra visão, aferida pela Forrester, indica a necessidade das marcas construírem confiança diante da crise para compensar a perda de “energia” por parte dos consumidores.

 

Apenas 8% dos consumidores acreditam que as marcas devem parar de anunciar devido à crise do coronavírus

 

A pesquisa revela ainda uma série de dados positivos sobre as marcas e sua publicidade. O trabalho foi realizado na esteira de muitos cancelamentos de campanhas feitos pelas marcas, alguns com toda a lógica, diante da virtual impossibilidade de prosseguir operando, outros mais motivados pela perplexidade do que por razões racionais.

 

Talvez a principal constatação foi a de que apenas 8% dos consumidores acredita que as empresas diante da crise devem parar de anunciar devido a pandemia do coronavírus, inclusive porque acreditam que a publicidade tem “obrigações” como a de suportar a mídia neste período difícil. Entre outras questões, a pesquisa relata que:

  • 78% dos consumidores acreditam que as marcas devem ajudá-los em suas vidas diárias e a mesma quantidade espera que elas cuidem de seus colaboradores nesse período;
  • 75% dizem que as marcas devem informar as pessoas sobre o que estão fazendo na crise;
  • 74% acham que as empresas não devem “explorar” a situação.

 

Além disso, mais de 50% também acreditam que as empresas diante da crise devem anunciar como sempre fizeram, enquanto 50% pensa que as empresas devem falar sobre sua própria marca de maneira mais leve que o habitual. Surpreendentemente apenas 30% gostaria de ver suas marcas oferecendo descontos e promoções.

 

A pesquisa é bem ampla e mensurou diversas atitudes. E como uma de suas autoras, Jane Ostler, destaca: “se as marcas ficarem fora do ar por mais de seis meses, isso pode destruir sua saúde agora e depois.”

 

Ela também recomenda aos anunciantes que “mantenham a calma. Tudo isso vai passar e estaremos em uma situação em que as coisas começam a se recuperar. Tenha, portanto, essa visão de longo prazo junto com a de curto prazo”.

 

Entre as marcas que estão fazendo a coisa certa, os consumidores lembraram da Ford, que trocou sua publicidade regular por mensagens informando que vai postergar o pagamento das prestações de seus carros; a Louis Vuitton, que está fabricando álcool gel; a Guiness, que cancelou sua tradicional parada de St., Patrick, que faz há 260 anos; e a Nike, que além de garantir a venda de seus produtos por e-commerce, assegurou que manterá seus quadros de pessoal das lojas fechadas e liberou o acesso a seu app que ajuda a fazer exercícios.

 

Estudo indica que as marcas devem construir confiança para compensar a perda de “energia” dos consumidores

 

A Forrester também conduziu um estudo para aferir, nos Estados Unidos, a percepção dos consumidores diante dos anunciantes, das marcas e da pandemia do coronavírus. Suas constatações foram diferentes à da pesquisa da Kantar e indicaram que as marcas devem construir confiança para compensar a perda de “energia” dos consumidores.

 

Como aponta a matéria da Marketing Dive, mais uma vez os bons exemplos são os da Nike e da Ford (que foi seguida pela Lexus, Hyundai e Toyota). Entre as recomendações feitas aos anunciantes, a Forrester lista:

  • Não espere que os consumidores estejam ansiosos para comprar sua próxima “grande novidade”;
  • Crie mensagens que correspondam ao teor emocional de seus clientes neste momento;
  • Ganhar confiança é sua métrica para o sucesso durante esse período.

 

Enquanto isso, no Brasil…

 

Aqui no Brasil a situação é parecida à de todo o mundo. Alguns empresas diante da crise estão fazendo a coisa certa, mantendo sua presença e alterando sua publicidade, na linha de explicar o que estão fazendo, oferecer conselhos úteis e inspirar esperança.

 

Outros continuam no ar, mas com mensagens que parecem totalmente inadequadas para o momento, como o lançamento de novos produtos. E muitos simplesmente sumiram. Alguns com razão e outros pela reação habitual de cortar publicidade em épocas de dificuldades, reação que tende a aumentar seus prejuízos de imagem, reputação e negócios no curto e no longo prazo.

 

Entre os bons exemplos, temos a Natura, Santander, Itaú, Caoa, Caixa, Banco do Brasil, Posto Ipiranga, Amil ou iFood. Sem falar de alguns varejos, como Carrefour, Renner, Magalu e McDonald´s. Além de esforços cooperados inusitados, como a mensagem assinada pela Claro, Oi, Tim e Vivo.

 

Tem também os que desviaram seus investimentos para ajudar os mais necessitados. Uma atitude louvável, mas estes deveriam reservar parte da verba para informar os consumidores que estão fazendo isso, inclusive porque a mídia está na lista das atividades essenciais, que precisam de suporte financeiro.

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*** Compartilhado via Conteúdos CENP. Clique abaixo para as matérias completas:

Clique aqui para ler o artigo na Marketing Week
Clique aqui para ler a matéria do AdAge
Clique aqui para acessar a apresentação da pesquisa com 36 telas
Clique aqui para ler a matéria na Marketing Dive
Clique aqui para ler o resumo do estudo da Forrester

 

“Preciso vender!” E nós sabemos que isso é pra ontem!

“Preciso vender!” E nós sabemos que isso é pra ontem!

Se você chegou até este artigo é porque com certeza entende a necessidade de buscar novos recursos e aumento das vendas em seu negócio e provavelmente já se perguntou: “Devo investir em marketing digital?”. Pois bem, se você precisa vender, vamos te ajudar a responder esta pergunta analisando 3 pontos principais .

 

  • De olho no resultado da concorrência

 

Ver o seu principal concorrente sair na frente dói, mas nada é pior do que você permanecer parado. Sabemos que cada caso é um caso, por isso não deixe de analisar o mercado e estudar a melhor maneira de fazer o seu negócio crescer de forma sólida e contínua. Crie estratégias de diferenciação para seu produto e posicionamento da marca no mercado.

A internet é a maior ferramenta de vendas para o seu negócio. O seu concorrente sabe disso e usufrui de maneira correta e eficaz, e a cada dia que você espera e/ou pensa que precisa vender na internet, um produto do seu concorrente vai para o famoso “carrinho” até a conclusão da compra. 

 

  • “Mas, será que o trabalho da agência pode realmente impactar financeiramente em meu negócio?’’

 

Não se preocupe, a dúvida do momento ideal para investir e a veracidade do impacto financeiro que podemos proporcionar ao seu negócio, é algo, digamos que, frequente. No entanto, cada vez mais, os empresários e gestores estão se atentando para a necessidade de manter presença digital e principalmente, compreendendo que estar inserido nesse ambiente e utilizando as plataformas de alcance ao seu público, vai muito além do que apenas aumento no número de curtidas, seguidores ou visitantes em suas páginas. Não que isso não seja importante, mas hoje é preciso saber o que fazer com essas métricas. Como continuar alcançando e nutrindo seus leads? Como convertê-los em vendas e gerar impacto no crescimento financeiro?

Além de trabalhar conteúdos relevantes e de interesse do seu público, precisamos executar algumas ferramentas do marketing digital para alcançar os resultados esperados. Atrair visitantes as suas páginas na web, gerar novas oportunidades, qualificar esses leads,  analisar as oportunidades de venda e adquirir novos clientes, são umas das estratégias que devemos utilizar em seu negócio, e tenha uma certeza: você não irá se arrepender!

Mas, se a dúvida em investir no serviço especializado da agência ainda paira sobre os seus pensamentos, saiba que você não deve esperar tempo demais. A definição exata da persona, o entendimento da percepção do seu público e aquilo que esperam da sua marca é o ponto principal para desenvolver ações segmentadas e campanhas com foco no aumento de suas vendas, por isso é preciso acima de tudo PLANEJAR.

 

  • Essa é a hora certa de começar? Preciso vender!

 

Quanto mais tempo esperar, mais espaço você dá para a sua concorrência alcançar o lugar de “favorito’’ na mente do seu público alvo. A verdade é que nada acontece da noite pro dia, e no Marketing Digital não é diferente. É um trabalho intenso, que envolve estratégias de SEO (Google), marketing de conteúdo, links patrocinados, Facebook Ads e muito mais. 

Nosso Gestor de Resultados, Lucas Andrade também afirma que há necessidade por parte dos empresários em investir nas estratégias de marketing, principalmente quando comparado com os resultados de outras marcas percebidas no mercado.

‘’Sempre em uma reunião ou outra com nossos clientes eles me perguntam se é possível alcançar resultados comparados aos de seus concorrentes, e sim, é possível. O importante é entender que precisamos iniciar e investir nas estratégias do marketing digital o quanto antes, pois só assim poderemos planejar o melhor investimento e aposta da sua marca, consolidando seu negócio, trazendo reconhecimento e gerando fidelização. Não fique para trás, decida investir no crescimento do seu negócio e alavanque as suas vendas, pontua.”

Porque estamos falando tudo isso? Muita gente não sabe que esse processo inicial toma tempo e que os resultados não chegam de imediato. E é exatamente isso que queremos que você entenda: quanto antes você começar, em menos tempo você irá colher esses resultados que tanto espera. 

Não deixe que outra marca do mesmo segmento do seu negócio ganhe a mente do seu cliente. Garanta o seu lugar de reconhecimento, estamos aqui pra te ajudar!

 

Design é nada menos que tudo!

Design é nada menos que tudo!

A todo instante, em cada canto, o que se vê é o que fica na memória, principalmente na afetiva. Muito provavelmente o arquiteto do mundo usou e abusou de sua alma artística para conceber e pincelar cada uma das maravilhas da natureza. O visual seduz, encanta, personaliza e, sobretudo, identifica. O que nos leva a concluir que design é nada menos do que tudo!

Que o digam os pintores, escultores e tantos outros. Ora impressionando, ora surrealizando, ora renascendo, o que se nota é a marca de cada um deles. A verve do talento saltando alto, a arte visual fazendo a diferença e traduzindo emoções das mais diversas. Ainda não inventaram o botão do “desver”(😂).

Vieram as corporações e todas incorporaram uma determinada assinatura. Dos contornos arredondados e simpáticos do Fusca, passando pelas curvas sensuais e ergonômicas de uma stratocaster, os movimentos na prancheta definiram gerações e vários ícones do design permanecem até hoje imutáveis, tamanha a sua perfeição e invasão positiva no inconsciente coletivo.

Mestres do design, desde sempre, se deixavam levar pelos cartazes criativos mais do que propriamente por essa ou aquela técnica. A habilidade, a liberdade e obviamente a vocação foram, são e sempre serão suas maiores e melhores guias, mesmo sabendo que a necessidade de aprender e dominar as regras seja uma premissa básica, mas, como a própria expressão sugere, isso é básico. O bom designer é, antes de tudo, intuitivo e funcional, por mais paradoxal que soe a afirmação.

É desse timing harmonioso, fruto da percepção e sensibilidade apuradas, que a arte do design tem se estabelecido ao longo dos séculos como uma das nossas mais fortes e contundentes formas de comunicação. Do sinal de fumaça aos mais arrojados logotipos da atualidade, tudo nos leva a crer que o impacto visual é o que, efetivamente – perdoe o trocadilho – nos leva a CRER! Por consequência, também nos leva a vender e a se estabelecer num cenário cada vez mais competitivo e visualmente avassalador.

Pois bem, é aqui que faço uma pausa e o convido a questionar: diante de um planeta abarrotado de sinais e marcas por todos os lados e centímetros, o que pode favorecer os desvios de olhares das pessoas para o seu design? Enquanto você se perde por aí, eu adianto a resposta por aqui. O que pode e deve se consolidar como diferencial na criação é o feeling de quem a cria. Trocando em miúdos: é da mente brilhante desses ou daqueles criativos que nascem as formas brilhantes desse ou daquele produto. Dá-se um Ctrl C + Ctrl V do cérebro para o computador, o inverso, a inspiração a partir da mente, por mais que estejamos todos meio que deslumbrados com algoritmos e afins.

Para concluir (ou inconcluir propositalmente esse texto), repito uma das mais belas frases soltas de Da Vinci: “a simplicidade é a extrema sofisticação”. Mas separemos o joio do trigo, simplicidade não tem nada a ver com simplismo. O simplismo quase sempre cai no vulgar, no descartável, cai no esquecimento. A simplicidade está intrinsecamente ligada ao “menos é mais”, ao suspiro, ao movimento, ao bom gosto e ao bom senso. Eu diria até que simplicidade e design são quase sinônimos. O bom design precisa ser dotado de alma ou nascerá natimorto.

Mais uma vez, a sorte está lançada. Mas para ter muito mais chances de sucesso, seduzindo a sorte a operar em seu benefício, busque a emoção sempre ou busque outro designer. Do mais do mesmo, da falta de personalidade e da censura fria das regras o mundo e o mercado já estão bem cansados. Preciso desenhar?