Copa de 70, isolamento social e as relações que construímos - Agência Mosca
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Desde criança ouço meu pai falar sobre o que, na opinião dele, foi a maior seleção brasileira de futebol de todos os tempos. Parece que estou ouvindo ele dizer: “nunca vai existir outro Pelé; você tinha quer ver ele jogando, aliás o time todo, aquela seleção tinha 5 camisas 10 em seus clubes (além do rei, Gerson, Rivelino, Jairzinho e Tostão). Devia ser até difícil pro Zagalo escalar”.

 

Meu pai sempre falava sobre o canhotinha de ouro, o furacão da copa, o rei do elástico… (os apelidos são os melhores!) e eu ficava imaginando as jogadas, feito ele ouvindo os jogos pelo rádio (sim, ele tinha 13 anos e não viu a Copa de 70, só ouviu).

 

Por causa da pandemia do coronavírus assisti aos jogos deste mundial (o @sportv transmitiu) e por causa dela não vi com meu pai. Não dá pra ganhar todas, não é mesmo? Mas tudo isso nos aproximou ainda mais, afinal, é possível estar junto sem estar perto e se a oportunidade de ver o “Brasil 70” jogar surgiu só agora é agora que vamos aproveitar como der e trocar ideias sobre as jogadas incríveis dos caras (mesmo que por telefone).

 

E o que isso deixa de lição para nós, empreendedores e clientes, em tempos sombrios de isolamento social? Na minha concepção é que agora é justamente o momento de estarmos mais juntos, pois assim a gente se fortalece/faz muitos “lances legais”. Devemos, porém, estar dispostos a cair algumas vezes, mas levantar muitas outras e, assim, ir tirando aquela ideia do papel, aquela oportunidade que surge em meio à mudança, aquele projeto que faz nosso coração bater mais forte.

 

Nós, moscas, estamos sempre em busca da melhor solução porque não nascemos pra perder. Quem tá no nosso time? Quem entra em campo com a gente pra jogar e fazer a diferença? Estamos prontos para dar o passe certo pros nossos clientes saírem na cara do gol. 

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